Aracaju, 22 de Setembro de 2018
Para Milton, votar em branco ou nulo é contribuir com a velha forma de fazer política


O pré-candidato ao Governo de Sergipe, Milton Andrade (PMN) revelou-se muito preocupado com o alto índice de eleitores que revelam o desejo de votar branco ou nulo nas eleições de outubro próximo. “Eu também estou insatisfeito com esse cenário e compreendo a revolta do eleitorado, mas não é votando em branco, anulando o voto ou nos abstendo da escolha que vamos resolver o problema”, alertou Milton.

Jovem e muito antenado com as questões do Estado e do Brasil, ele chamou a atenção para notícias falsas que têm sido viralizadas nas redes sociais dando conta que se houver grande número de votos em branco, ocorrerá uma nova eleição majoritária. “Isso é mentira. As pessoas precisam estar atentas para não se deixarem levar por falsas ‘informações’. Esse tipo de notícia só interessa a quem quer se perpetuar no poder”, advertiu Milton, que colocará o seu nome, durante as convenções partidárias, para apreciação do partido e da sociedade.

De acordo com ele, é natural que a população esteja desacreditada da classe política, sobretudo, pelo envolvimento de muitos em escândalos corrupção. Mas, para Milton, esse fato deve servir de estímulo para que se avalie os nomes que serão colocados no páreo e se faça uma escolha mais criteriosa. “O voto é a nossa arma e ele tem peso igual para todos, independentemente de classe social. É através do voto que se combate a velha política; é pelo voto que começa o processo de mudança; é pelo voto que se combate a corrupção e se constroi um Estado e uma Nação com pessoas, de fato, comprometidas, com o bem comum”, argumentou.

No seu entender, votos nulos e brancos não servem de protesto e nem contribuem com o processo democrático, “pois a Constituição Brasileira estabelece que ‘será eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluindo brancos e nulos’”. Milton considera ser necessário rechaçar a atuação dos que trabalham para confundir o eleitorado, numa clara tentativa de ataque à ordem pública. “Nenhum projeto será eficiente se não atentar para a indignação dos milhares de brasileiros que desejam mudanças não apenas nos nomes, mas na forma de conduzir os destinos do país em todas as suas esferas”, advertiu o pré-candidato à sucessão governamental.

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