Aracaju, 22 de Outubro de 2018
Sergipanos brilham nos Jogos Paralímpicos Universitários


A delegação da Faculdade Estácio de Sergipe que participou da edição 2018 dos Jogos Paralímpicos Universitários conquistou sete medalhas, sendo quatro de outro, duas de prata e uma de bronze. Tendo subido ao pódio três vezes, o corredor Danilo Serrano garantiu ainda a participação no ParaPan Universitário, que acontecerá no segundo semestre, também em São Paulo.

Aluno de Educação Física, Danilo Serrano conquistou uma medalha de prata na prova dos 100 metros rasos, categoria T11 (Deficiente Visual Total), e duas de ouro nas provas dos 400 e dos 1.500 metros rasos na mesma categoria. Por sua vez, o atleta José Robson, também do curso de Educação Física da Estácio de Sergipe, conquistou duas medalhas de ouro nas provas dos 100 metros e no dardo na categoria T54 (Competem em Cadeiras), e de arremesso de peso na categoria T56 (Competem em Cadeiras).

Estudante de Direito, a atleta Claudianca Santos subiu duas vezes ao pódio dos Jogos Paralímpicos Universitários. Ela conquistou uma medalha de prata e uma de bronze, nas provas de 400 e 1.500 metros rasos, respectivamente, na categoria T11 (Deficiente Visual Total. Os três jovens atletas retornaram a Sergipe felizes com as conquistas e dispostos a continuarem treinando duro visando participar de novas competições.

O sucesso dos três atletas foi elogiado pelo diretor da faculdade, Bruno Antunes: “É um resultado relevante para Sergipe e, particularmente, para a Estácio, que possui em todo Brasil diversos alunos atletas, que conseguem harmonizar os estudos e a prática esportiva, sempre conquistando excelentes resultados. Acompanhamos de perto a luta diária desses profissionais e é uma grande inspiração para toda sociedade”, frisou.

Ao todo, 252 competidores de cerca de 200 instituições de ensino participaram dos Jogos Paralímpicos Universitários, realizados nos dias 10 e 11 deste mês. Esta competição vem consolidando uma área que estava um pouco apagada. Havia as Paralimpíadas Escolares e o alto rendimento, mas não existia o trabalho no esporte adaptado universitário.

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