Aracaju, 19 de Setembro de 2018
Cesta básica aracajuana foi de R$ 342,39 em abril


Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), apontou que o valor da cesta básica registrado na capital sergipana, ficou em R$ 342,39, em abril de 2018, o quinto menor entre as capitais pesquisadas. Nacomparação com o mês anterior (março/2018), a cesta básica aracajuana ficou 0,77% mais cara, variação em termos absolutos, ou seja, sem considerar a inflação do período. Além de Aracaju, outras 10 capitais pesquisadas registraram alta nos valores das suas cestas básicas, em igual período de comparação, sendo que as maiores altas foram registradas em Goiânia (1,49%), Salvador (0,79%) e Aracaju (0,77%). Entretanto, dentre as capitais que apresentaram quedas, as maiores baixas foram registradas em João Pessoa (-4,02%) e Recife (-2,73%).

O menor valor da cesta básica, no mês de abril de 2018, foi observado em Salvador (R$ 325,42). Já os maiores valores foram registrados no Rio de Janeiro (R$ 440,06), São Paulo (R$ 434,80) e Porto Alegre (R$ 430,29).

Na comparação anual (abril/2017), todas as capitais registraram queda nos preços da cesta básica, em Aracaju a retração foi de 5,9% no valor da cesta básica. Dentre as demais capitais pesquisadas, as retrações mais expressivas ocorreram em João Pessoa (-12,22%) e Salvador (-11,24%).

Desempenho dos preços da cesta básica em abril de 2018

Entre março e abril houve queda nos preços do açúcar, do tomate e do óleo de soja, porém, os preços do leite integral e do arroz tiveram alta, na maior parte das cidades pesquisadas.

O preço do açúcar refinado teve queda de 11,45% no Rio de Janeiro, o tomate ficou 25,84% mais barato em João Pessoa, e o preço do óleo de soja teve retração de 2,07% em Florianópolis. Entres os produtos que apresentaram alta, o litro de leite ficou 8,12% mais caro em Belo Horizonte, e o arroz 2,78% mais caro em Brasília.

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