Aracaju, 26 de Setembro de 2017
Dilma, sobre eleições de 2018: ‘Me preocupa que prendam o Lula e tirem ele da parada’


A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado que tem o temor de que ocorra alguma manobra para retirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva das eleições de 2018. Ela lembrou em palestra no Brazil Conference at Harvard & MIT, organizados por estudantes brasileiros, que Lula tem 38% das pesquisas “apesar de tudo que já fizeram com ele”.

- Me preocupa que prendam o Lula e tirem ele da parada - disse Dilma, quando afirmava que é contra mudanças na regra do jogo com a bola rolando. - Deixa ele concorrer para ver se ele não ganha? Isso é o que todo mundo aqui sabe.

Dilma disse que apoia a Lava-Jato, que só ocorreu por causa das leis que ela propôs, mas disse que não pode deixar de condenar alguns abusos:

- Não é admissível juiz falar fora de processo, em qualquer lugar do mundo. O juiz não pode ser amigo do julgado. Não é possível qualquer forma de violação do direito de defesa - disse ela em crítica indireta, que muitos dos presentes entenderam ser destinada ao juiz Sérgio Moro ou a ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, ambos também palestrantes do evento em Cambridge.

Apesar de demonstrar apoio à Operação Lava-Jato, Dilma ressaltou que a investigação tem sido usada politicamente, o que, segundo ela, pode "comprometer o sistema democrático" brasileiro.

- Me preocupa que prendam o Lula e tirem ele da parada - disse Dilma, quando afirmava que é contra mudanças na regra do jogo com a bola rolando. - Deixa ele concorrer para ver se ele não ganha? Isso é o que todo mundo aqui sabe.

Dilma disse que apoia a Lava-Jato, que só ocorreu por causa das leis que ela propôs, mas disse que não pode deixar de condenar alguns abusos:

- Não é admissível juiz falar fora de processo, em qualquer lugar do mundo. O juiz não pode ser amigo do julgado. Não é possível qualquer forma de violação do direito de defesa - disse ela em crítica indireta, que muitos dos presentes entenderam ser destinada ao juiz Sérgio Moro ou a ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, ambos também palestrantes do evento em Cambridge.

Apesar de demonstrar apoio à Operação Lava-Jato, Dilma ressaltou que a investigação tem sido usada politicamente, o que, segundo ela, pode "comprometer o sistema democrático" brasileiro.

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